Filmes do feriado

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Criticar filmes é uma coisa engraçada, ao mesmo tempo que você comenta sobre o filme, não tem como ser imparcial com o que sente ao assistir o filme. Nesse feriado assisti a três filmes: Cabaret, Edward - Mãos de tesoura (sim, eu não havia assistido esse filme na sessão da tarde até hoje... rsss...) e Premonições. Três filmes diferentes, de três épocas diferentes.


Premonições: Não sei ao certo o que dizer desse filme. Gostei um bocado e fiquei mexida com a história. Sandra Bullock é Linda, mulher de Jim e mãe de duas garotas pequenas. Apesar de amar pelo marido, a rotina de anos de casamento assola a união do casal. Numa certa manhã, um policial bate á sua porta e diz que seu marido faleceu. Ela fica chocada, normal numa situação dessas, certo? Errado, quando acorda na manhã seguinte, o marido está na cozinha, tomando o café da manhã e na manhã seguinte, acorda e o marido está morto de novo. Num roteiro á la Efeito Borboleta, vamos entrando na história dessa família e vemos a corrida desesperada de Linda para saber o que está acontecendo com ela.

Suspense. EUA, 2007.




Edward - Mãos de tesoura: Uma palavra: sensacional. Confesso que nunca havia assistido ao filme porque tinha medo do estranho personagem de Johnny Depp. Aquelas tesouras! Meu Deus! Tim Burton é incrível em todos seus filmes, tanto no roteiro, quanto no jeito de usar a câmera e a edição final. A trilha do filme é muito legal. Edward é um "rapaz" que mora numa mansão abandonada, até que uma vendedora de Avon entra na mansão e, com dó, leva-o para sua casa. Depois disso a vida dela, de sua família, de Edward e da vizinhança nunca mais foi a mesma. Apaixonante! Dizem que o gênero do filme é terror, mas prefiro dizer que é drama.

Terror. EUA, 1990.




Cabaret: O que dizer desse musical? Um filme de seis milhões de dólares, mostra a vida de Sally e Brian. Ele é um professor bissexual que vai à Alemanha ensinar inglês e terminar seu mestrado de Filosofia, ela uma dançarina/cantora de cabaret. Os dois tem um relacionamento estável, até que um certo barão Maximilian entra história pra mexer com o coração dos dois. O filme se passa na década de 30, começo do regime nazista. Com músicas dividindo o filme como se fosse atos, chegamos no clímax da história. Liza Minelli está explêndida. O filme arrasa na trilha sonora.

Musical. EUA, 1972.

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