Enquanto sigo os passos [curtos] da vida, continuo deixando meu coração bater despreocupado e descompromissado. Viajando pelos sonhos da realidade ou pela realidade de meus sonhos mais obscuros, pressinto que o futuro sempre tarda, mas não falha nunca. À procura de um rumo que me deixe mais leve e feliz, desfaço-me de laços, de pesadelos, tento desmaterializar tudo em mim e me permitir a novas experiências, mesmo que doam [mais nos outros do que em mim]...

Talvez... Apenas um talvez que me separa de tudo e de todos. Um talvez sempre faz qualquer diferença...

Comentários

Elza Magna disse…
Sim, Carolina, um talvez sempre faz diferença. E se perdura, pode até ser fatal.

Gostei do blog. Continue não falando sozinha.

Beijos

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