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Mostrando postagens de Março, 2008
amo sabendo que amar tambem é dor
Marli M. Lima

amo sabendo que amar tambem é dor
Marli M. Lima

Nadar no mar em noite azul, é vivenciar a poesia das aves.
Luiz França

Nadar no mar em noite azul, é vivenciar a poesia das aves.
Luiz França

poetizar
é não falar
é sentir através das palavras
os sentidos mais intensos

poetizar
é estabelecer uma conexão
com o coração
é fazer valer tudo de bom

poetizar
verbo ou palavra?
no singular ou no plural
é a palavra mais linda do meu vocabulário.
poetizar
é não falar
é sentir através das palavras
os sentidos mais intensos

poetizar
é estabelecer uma conexão
com o coração
é fazer valer tudo de bom

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verbo ou palavra?
no singular ou no plural
é a palavra mais linda do meu vocabulário.
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Olá, pessoal!!!

Ganhei este selinho da Ana Regina, e vou mandar para o Luiz Carioca!!!
Bjossss....
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Olá, pessoal!!!

Ganhei este selinho da Ana Regina, e vou mandar para o Luiz Carioca!!!
Bjossss....

Piaf - Um hino ao amor

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Sinopse do filme:
A vida de Edith Piaf (Marion Cottilard) foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos 3 aos 7 anos de idade fica cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde vive com o pai alcoólatra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935 é descoberta por um dono de boate e neste mesmo ano grava seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública.

Desde a premiação do Oscar, estava com vontade de assistir ao filme biográfico de Edith Piaf. Nesta visita a casa de meus pais, minha mãe comentou que queria assistir ao filme também. Fui a locadora e qual não é minha surpresa: aqui tinha chegado o filme. Aluguei. À noite, esperei minha mãe terminar seu trabalho e começãmos a assisti-lo. Que filme! Que direção sensível! Que interpretação formidável! Marion Cotillard incorporou Edith Piaf. O andar curvo, a …

Piaf - Um hino ao amor

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Sinopse do filme:
A vida de Edith Piaf (Marion Cottilard) foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos 3 aos 7 anos de idade fica cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde vive com o pai alcoólatra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935 é descoberta por um dono de boate e neste mesmo ano grava seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública.

Desde a premiação do Oscar, estava com vontade de assistir ao filme biográfico de Edith Piaf. Nesta visita a casa de meus pais, minha mãe comentou que queria assistir ao filme também. Fui a locadora e qual não é minha surpresa: aqui tinha chegado o filme. Aluguei. À noite, esperei minha mãe terminar seu trabalho e começãmos a assisti-lo. Que filme! Que direção sensível! Que interpretação formidável! Marion Cotillard incorporou Edith Piaf. O andar curvo, a …
Este vídeo é demais! E há quem pense que as crianças não entendem nada de nada!!!
Este vídeo é demais! E há quem pense que as crianças não entendem nada de nada!!!

Minotauro

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Busto de Minotauro

Monstro de corpo de homem e cabeça de touro, nascido dos amores proibidos da rainha de Creta, Parsífae, com um magnífico touro branco que o rei Minos recusara-se a sacrificar a Poseidon. Para afastá-lo dos olhares de seus súditos, o rei encerrou-se no labirinto (havia, de fato, em Cnosso um labirinto em mosaico, indicando o local dos dançarinos que ali executavam uma dança ritual chamada de dança do labirinto). A cada nove anos, os atenienses deviam enviar um grupo de sete rapazes e sete moças (final do Grande Ano), que serviam de pasto a Astério ou Astérion, o Minotauro. Este foi morto por Teseu, ao qual Ariadne dera um novelo de fio de linho que, desenrolando-se, o levou até o monstro adormecido, que ele matou com um golpe de maça (ou com uma espada dada por Ariadne), e, voltando a enrolar-se, permitiu-lhe encontrar a saída do labirinto.

** O Minotauro foi originariamente o as…

Minotauro

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Busto de Minotauro

Monstro de corpo de homem e cabeça de touro, nascido dos amores proibidos da rainha de Creta, Parsífae, com um magnífico touro branco que o rei Minos recusara-se a sacrificar a Poseidon. Para afastá-lo dos olhares de seus súditos, o rei encerrou-se no labirinto (havia, de fato, em Cnosso um labirinto em mosaico, indicando o local dos dançarinos que ali executavam uma dança ritual chamada de dança do labirinto). A cada nove anos, os atenienses deviam enviar um grupo de sete rapazes e sete moças (final do Grande Ano), que serviam de pasto a Astério ou Astérion, o Minotauro. Este foi morto por Teseu, ao qual Ariadne dera um novelo de fio de linho que, desenrolando-se, o levou até o monstro adormecido, que ele matou com um golpe de maça (ou com uma espada dada por Ariadne), e, voltando a enrolar-se, permitiu-lhe encontrar a saída do labirinto.

** O Minotauro foi originariamente o as…

A carta - pt. 2

“Não quero que você fique triste. Eu estou bem. Não estou enlouquecendo, talvez um pouquinho. Muitas coisas aconteceram durante meus anos, gostaria de compartilhá-las com você, mas não teria coragem de dizer, então escrevo essas linhas tortas e trêmulas. Por muitos anos eu sofri por ter deixado de amar sua mãe, mas nunca quis abandoná-la. Eu gostava dela, era uma ótima companheira. E também tinha você, minha queridinha! Quando você nasceu eu chorei tanto que os médicos acharam que eu fosse passar mal. Como era pequenina! Tinha medo de pegá-la no colo!”
Sua mão tremia tanto que não conseguia segurar a carta. Seu pai nunca tinha segredos com ela. Quando criança adorava ouvir seu pai contando sobre seu nascimento. “Mas eu também tive outro filho. Com outra mulher, por quem me apaixonei perdidamente! Ela já desencarnou, assim como o menino. Eles morreram num acidente de carro quando viajavam para o Rio de Janeiro, há seis anos atrás. Lembra-se como fiquei deprimido naquele mês de f…

A carta - pt. 2

“Não quero que você fique triste. Eu estou bem. Não estou enlouquecendo, talvez um pouquinho. Muitas coisas aconteceram durante meus anos, gostaria de compartilhá-las com você, mas não teria coragem de dizer, então escrevo essas linhas tortas e trêmulas. Por muitos anos eu sofri por ter deixado de amar sua mãe, mas nunca quis abandoná-la. Eu gostava dela, era uma ótima companheira. E também tinha você, minha queridinha! Quando você nasceu eu chorei tanto que os médicos acharam que eu fosse passar mal. Como era pequenina! Tinha medo de pegá-la no colo!”
Sua mão tremia tanto que não conseguia segurar a carta. Seu pai nunca tinha segredos com ela. Quando criança adorava ouvir seu pai contando sobre seu nascimento. “Mas eu também tive outro filho. Com outra mulher, por quem me apaixonei perdidamente! Ela já desencarnou, assim como o menino. Eles morreram num acidente de carro quando viajavam para o Rio de Janeiro, há seis anos atrás. Lembra-se como fiquei deprimido naquele mês de f…

A carta

O quarto estava limpo como sempre. A cama arrumada, livro na mesinha de canto, ao lado da poltrona com a luminária, para ler ao escurecer. Na sala, o sofá com um protetor costurado por sua avó, na mesinha de centro estão os controles e as revistas ainda não lidas. As cartas espalhadas no chão demonstravam que ela não estava em casa há alguns dias.
Há duas semanas havia recebido uma ligação dizendo que o corpo de seu pai, até então desaparecido quando seu carro caiu de uma ponte, havia sido encontrado. Ela viajou até a cidade de seu pai para reconhecer o corpo e por lá ficou até a missa de sétimo dia. Sua mãe queria que voltasse, ou que a levasse consigo, mas no momento em que estava sua vida, com a correria de seu trabalho, não teria tempo de cuidar direito de sua mãe, mas assim que as acalmassem, as duas morariam juntas.
As circunstâncias sobre a morte do pai não havia sido resolvida. Alguns diziam que ele estava bêbado, outros diziam que ele encontrou um carro na contramão…

A carta

O quarto estava limpo como sempre. A cama arrumada, livro na mesinha de canto, ao lado da poltrona com a luminária, para ler ao escurecer. Na sala, o sofá com um protetor costurado por sua avó, na mesinha de centro estão os controles e as revistas ainda não lidas. As cartas espalhadas no chão demonstravam que ela não estava em casa há alguns dias.
Há duas semanas havia recebido uma ligação dizendo que o corpo de seu pai, até então desaparecido quando seu carro caiu de uma ponte, havia sido encontrado. Ela viajou até a cidade de seu pai para reconhecer o corpo e por lá ficou até a missa de sétimo dia. Sua mãe queria que voltasse, ou que a levasse consigo, mas no momento em que estava sua vida, com a correria de seu trabalho, não teria tempo de cuidar direito de sua mãe, mas assim que as acalmassem, as duas morariam juntas.
As circunstâncias sobre a morte do pai não havia sido resolvida. Alguns diziam que ele estava bêbado, outros diziam que ele encontrou um carro na contramão…