27 de abril de 2009

Ultimamente não tenho escrito. Venho, apenas, pensando na vida. Eu tardo em meus pensamentos. É como se fugisse do mundo. Gostaria de estar acompanhada nesses momentos para poder falar de minhas loucuras, minhas bobagens. Mas ela está tão longe de mim! E, ao mesmo tempo, tão perto que quase me assusta! Os toques do piano de Yann Tiersen me dão saudade, mais saudade! O mundo está colorido! Minhas nuvens viajam ao seu encontro... Quanto de mim está em você? Porque me sinto melhor em seus braços e quando estou longe, me sinto tão... tão sozinha? Às vezes não consigo falar ou demonstrar! Me sinto uma egoísta, às vezes... Sinto medo também! Sinto tantas coisas diferentes ao mesmo tempo... Sinto sua pele, sua boca, suas mãos, sua risada, seu olhar, sua voz... Sou um abismo! Sou boba? Sou tua... Sou isto: nada mais nada menos. Me afogo em minhas lágrimas e me refugio em minhas alegrias. Mas quando estou ao teu lado, sou apenas eu. Alegre, triste, rindo, chorando...

24 de abril de 2009

Lost in thoughts
Trying to clime my mountains
Swimming in the storm
Screaming my fears to the word

4 de abril de 2009

A roupa suja
que suja
meu corpo sujo

A saia justa
que, justamente,
ficou justa

Bobagens
Bobagens
Bobagens

Quero apenas uma dose
de loucura
para enlouquecer
minha mente louca

Sinceramente
a sinceridade
não atinge
minha honestidade

Bobagens
Bobagens
Bobagens

1 de abril de 2009

Muitas coisas na cabeça, mas poucas palavras para dizer. Tento me centrar, mas meu equilibrio escapa de mim. Meu coração continua a bater, mas as horas demoram a passar. Tento, mas não consigo.

24 de março de 2009

Um pouco mais do meu "eu" romântica...

O seu olhar mistura o meu
Meu coração é todo seu
Vozes, loucuras, sussurros,
Gotas de oceano
ou um resto de pano
Pequeno, grande
Sonho ou céu
Palavras são restos
E resto é muito pouco

Eu quero apenas você
Sentir, gozar
Perder minha solidão
num abraço seu
Ganhar seu coração
num gesto meu.

23 de março de 2009

Apalpo o céu para ter certeza
Escuto o chão, limpo a janela
Em meus devaneios
fumo a fumaça da minha mente

Escorrego em azulejos
Impeço o homem de matar
Grito farpas, giro gritos
Enlouqueço e me demito

Me dê motivo para sorrir
Misturo meu corpo na água
Enterro meus pés na lama
Minha cabeça voa por aí e por ali

Chega chega chega
Chegada, partida
Paro e reflito
Durmo.

17 de março de 2009

No Escurinho do Cinema

É no escurinho do cinema
Que o melhor beijo é roubado
É no escurinho do cinema
Que as mãos se encontram pela primeira vez
É no escurinho do cinema
Que coisas realmente “estranhas” acontecem.