“... uma longa experimentação (...) o força primeiramente a buscar um „lugar‟, operação já difícil, depois a encontrar „aliados‟, depois a renunciar progressivamente à interpretação, a construir fluxo por fluxo e segmento por segmento as linhas de experimentação...”
Deleuze e Guattari
10 de janeiro de 2011
7 de janeiro de 2011
I really don't know how life works...
Ontem eu era areia na praia. Não sabia que o céu era menor que eu. Não sabia que o mundo seria menor que eu. As palavras são detalhes. São desenhos em minha rotina de solidão e trabalho.
Não sei como a vida funciona. Por isso tento sobreviver um dia de cada vez. E todos os dias de uma vez...
Ontem eu era areia na praia. Não sabia que o céu era menor que eu. Não sabia que o mundo seria menor que eu. As palavras são detalhes. São desenhos em minha rotina de solidão e trabalho.
Não sei como a vida funciona. Por isso tento sobreviver um dia de cada vez. E todos os dias de uma vez...
30 de dezembro de 2010
Eu sou risos e luas...
E quando choro
Chovo pedras de gelo,
Grito vozes de refugiados,
Sinto o peito explodir.
Sonho palavras em estrangeiro
Cantando flores de plásticos
Pare o tempo!
Pare as horas!
Pare o mundo!
Deixe brilhar aquela última estrela.
Deixe tocar aquela última canção.
Sim, perdida estou.
Perdida estás!
Mas onde me encontrar?
E quando choro
Chovo pedras de gelo,
Grito vozes de refugiados,
Sinto o peito explodir.
Sonho palavras em estrangeiro
Cantando flores de plásticos
Pare o tempo!
Pare as horas!
Pare o mundo!
Deixe brilhar aquela última estrela.
Deixe tocar aquela última canção.
Sim, perdida estou.
Perdida estás!
Mas onde me encontrar?
24 de dezembro de 2010
5 de dezembro de 2010
21 de novembro de 2010
Lá fora, o vento. Silêncio na rua. Música no rádio. Jogada no sofá, tentando não sofrer pelo sofrível da vida. Bethânia grita suas palavras doloridas em meu coração. Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar, e se perder e se achar... Explode coração....
Meu corpo teme o desfecho de meus desejos calados, do suor do calor de 40º que faz aqui, seja de dia, seja de noite. Chega de correr contra o tempo, contra as falsas impressões. A verdade é que o sonho nunca acaba, aquilo que tememos, sempre nos enfrentará. E aqueles olhos que nunca me encontraram, não chega, não me machuca, não me atormenta. Casei da monotonia da solidão...
Meu corpo teme o desfecho de meus desejos calados, do suor do calor de 40º que faz aqui, seja de dia, seja de noite. Chega de correr contra o tempo, contra as falsas impressões. A verdade é que o sonho nunca acaba, aquilo que tememos, sempre nos enfrentará. E aqueles olhos que nunca me encontraram, não chega, não me machuca, não me atormenta. Casei da monotonia da solidão...
14 de novembro de 2010
Qual é o contrário do amor?
Me peguei pensando o quanto estou vazia... Não no sentido de ser, mas de estar... Há muito tempo eu perdi um amor e não consegui me reencontrar. Talvez até tente às vezes, mas me sinto perdida no mundo. Um mundo onde todos têm seus pares e eu estou na individualidade do progresso, na individualidade do sucesso, na individualidade das conquistas, mas querendo ter alguém com quem dividir isso, ou pelo menos alguém com quem conversar sobre essas coisas... Meus amigos estão sempre aqui, mas... E o amor? Onde ele mora? Que toque tem? Que sorriso tem? Não sinto aquelas borboletas na barriga há muito tempo. Fiquei seca! Egoísta até! Quem sofre porque perdeu um amor é fraco? Talvez eu seja mais forte que todos os fortes, e mais fraca que todos os fracos. A equação nunca será definitiva.
Alguém sabe me dizer o contrário do amor? E não me venha dizer que é o ódio pois quero respostas originais, respostas que contradizem o que sinto e que mexam com minha secura...
E entãO:
QUAL É O CONTRÁRIO DO AMOR?
Alguém sabe me dizer o contrário do amor? E não me venha dizer que é o ódio pois quero respostas originais, respostas que contradizem o que sinto e que mexam com minha secura...
E entãO:
QUAL É O CONTRÁRIO DO AMOR?
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