
Cantou a vida, a morte, o amor, o desamor, o Brasil, o rock. Ultrapassou seu limite, abusou de sua vida, viu a cara da morte e, numa manhã, foi com ela. Alguns anos atrás, escrevi uma poesia em homenagem a esse poeta que tanto gosto. Vou deixá-la aqui:
Ah, esse cara!
Será exagerado?
Ou uma ideologia?
Ah vida, louca vida
O tempo não pára nem para respirar
Eu, talvez, tenha uma boa vida
Mas com todo o amor que houver nessa vida
Pegarei um trem para as estrelas e depois voltarei para o Brasil
Em quase um segundo, viajando pelo mundo
E minha flor, meu bebê, talvez seja você
Que faz parte do meu show, da minha vida,
Na balada de um vagabundo, no blues da piedade
E, mais tarde, eu tenha um rock da descerebração
Porque só as mães são felizes e meu cúmplice sumiu
E não será mal nenhum gostar de ti, de tuas músicas,
Pois, como ele disse, o nosso amor a gente inventa
E é por isso que eu inventei meu amor por você
Que será sempre meu poeta, nosso poeta,
Nesse mundo de sei lá o quê
E um dia na vida hei de te encontrar no outro mundo
E as boas novas será um encontro emocionante,
2 comentários:
poxa, já faz tudo isso ?? o tempo não pára mesmo... ele faz falta. bj
"mais uma dose? é claro que eu estou a fim!" putz, se vc não lembra, eu esqueço!!!! Salve Cazuza sempre!
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