Quando eu morrer
Quero que toquem “Claire de Lune” em meu velório,
Assim, a lua virá me ver eternamente
E saberá que ali jaz um corpo que a amou
Que escreveu poesias em sua homenagem
Que manteve a fé até a última estrela
Que ali jaz um corpo ainda sedento de paixão
Que o olhar procura na multidão desolada
Um resto de sonho,
Um resto de amor,
Respeito e paixão.

Comentários

Luiz Carioca disse…
muito bom, parabéns.
triste, mas ótimo.
abs
Anônimo disse…
A intensidade está em cada linha desse versar. E que assim se viva a esperar o último momento.
Blessed be.

Ps. Abraços e bom fim de semana
Alexandra Dias disse…
Será que irá morrer sedenta de paixão?
Ou não. Talvez farta, contente, suficiente. Decida agora, antes de tocar Claire de Lune

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